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29 de mai. de 2011

Hoje novamente...




Hoje fui ferido. Por uma pessoa que deveria amar, por alguém que deveria me acompanhar fielmente sem nunca me olhar com desprezo, mas hoje, no entanto, este alguém se esqueceu de mim, se esqueceu de todas as promessas. No fundo do meu coração sei que se não a amar não serei feliz, no entanto, nunca encontrei um rival tão desprezível a ponto de ser difícil até de se ter compaixão.
Passo metade dos meu dias pensando em simplesmente matar este alguém. Até agora, me parece que todos os problemas que tenho, e até outros que não me pertencem, são gerados unicamente pela pessoa que me fere a alma, e que se essa pessoa morresse tudo então estaria resolvido. Porém a futilidade e a fraqueza mental de cometer algo desse nível me fazem pensar que nem mesmo eu sou tão baixo a ponto de comete-lo.
E tem sido assim... Gero minha dor, penso em dissolve-la, mas sempre penso: "Não agora, deixe-me ficar mais um pouco"... Ando em busca de motivos para viver... Um dia de cada vez...

Até quando?

11 de mai. de 2011

Bem vindo de volta.



Hoje, perdido, eu senti falta de um sabor. Minhas mãos procuraram pelo móvel o copo do liquido que me fazia falta, não o encontrei. Não encontrei porque, na verdade, sentia falta de um lugar, e o gosto, que a tanto não sentia, era de meus próprios sentimentos, fluindo no sentido oposto do de costume, não sendo forçosamente engolidos, mas fluindo suavemente para fora de minha boca. Decidi passar uma vez mais por esse lugar, nem me lembro mais o porque me afastei. E por isso estou aqui novamente, poderei falar de um mundo tão distante e tão próximo ao mesmo tempo, o mundo que só existe quando fecho os olhos do corpo e abro os olhos da alma.

Eu me esforço... Pra estar nos seus olhos...